with all the fun that we have, we have come far

E sumi. Sumi porque estava em SP sendo feliz. Tão simples e bonito, sabe?

Fui assistir ao show da carreira solo do Paul Banks – vocalista da minha banda favorita e mais amada, Interpol. Quando a gente ama de verdade dá um jeitinho, sem desculpas, sem enrolações. E, quando tudo se encaixa e  ninguém te empata, fica mais fácil ainda para fazer dar certo.

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Eu cheguei na quinta – dia do show – mas já dei um rolê com a amada Marcela e depois com o marido dela, Val. Amor define esses dois! Conheci o Centrão de SP e até consegui me assustar com uma exposição no Banco do Brasil. Depois de encher a pança num restaurante japonês, parti rumo ao pintudo (de pintinhas no rosto, ô mente suja).

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Foi no Cine Joia e agradeço aos céus quando o show é em lugar desse nível. Assim como no show do Interpol, em 2011, consegui ficar bem próxima ao palco. Na real, fiquei em um lugar bem melhor, já que tinha pouca gente mesmo. Contei as pintinhas no rosto do moço de novo, 123×4.

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O evento era da Club NME São Paulo em parceria com a UKBR e crowdfunding da Jack Daniel’s e Playboy. Cheguei a receber uma dose giga da bebida, mas não tomei porque gosto de ficar 100% sóbria em qualquer show que vou. Só peguei o copo, pois y a mucha honra Maria la del Barrio soy. Teve banda de abertura (Hatchets) muito bacana que segurou bem, além de DJ digno também. O ambiente estava perfeito: ar condicionado, pouca gente e música boa ❤

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Quando meu loirinho Banks entrou fiquei bem feliz e nem chorei. No show do Interpol eu fiquei passando mal de tanta lágrima que saía, parecia uma debilóide porque era tipo SONHO DA VIDA sendo realizado. Dessa vez foi bem tranquilo, sem vexames por aí.

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A setlist estava muito bacana. Ele misturou bem os dois discos (sou mais o primeiro) e tocou uma que jamais pensei que fosse entrar: Paid for That que é uma música bem agressiva e minha predileta do segundo álbum. Realmente pirei a batatinha e a culpo por 20% da minha rouquidão de agora.

A banda de apoio era amor puro. Gostei do baixista e tecladista:

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Babe Banks estava numa simpatia que só! Ele é bem introspectivo quando está tocando, sempre tinha um ponto fixo para olhar ou ficava com os olhos abaixados mesmo. Porém, quando a música acabava e todo mundo aplaudia, ele simplesmente dava AQUELE sorriso tímido e agradecia em português. E ainda nos elogiou muito! No show de 2011 – no Clash Club, no caso – ele foi tão simpático quanto nesse. Como não amar esse bonitinho, né não?

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Enfim, amei muito como não poderia deixar de ser! Engraçado que todo o show que vou sempre fico com uma música na cabeça que antes nem dava tanta bola. No caso dessa foi a “On a Esplanade”, já escutei um bilhão de vezes depois desse dia:

Copos devidamente mocados:

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Para ver mais fotos aqui e aqui. Para conhecer o trabalho solo dele, se jogue aqui.

O resumo dessa viagem (até ia fazer um post contando melhor, mas neeem):

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2 thoughts on “with all the fun that we have, we have come far

  1. o show que mais chorei na vida foi o do Garbage, mes passado. banda favorita da adolescencia e que ainda esta no meu top 5 agora na vida adulta. realizar um sonho e nao chorar eh assinar atestado de coracao de pedra ne. 😛

    • concordo! eu choro que nem criança mesmo hahaha o interpol sempre estará no meu coração. acho que se eu assistir um show do Marilyn Manson tbm vou amar (mas nao chorarei).

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